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sexta-feira, 7 de julho de 2017
sexta-feira, 26 de maio de 2017
Cuidados com a pele do pet no inverno
( por Dra. Andrea F. Nagelstein)
CUIDADOS COM A PELE DO CÃO ALÉRGICO NO INVERNO
Nas estações de frio também devemos nos atentar com a saúde da pele de nossos pets pois aqueles com maior predisposição à pele seca tendem a ressecar mais a pele, e consequentemente desenvolver dermatites.
Algumas causas de ressecamento no inverno:
- Uso de roupinhas por longos períodos;- Nós ocasionados por roupinhas;
- Redução de higiene e de cuidados tópicos devido ao frio para banhá-los ou aplicar produtos;
- Redução dos exercícios físicos. Ficam muito tempo na caminha, em seu ambiente interno , dormindo , Consequentemente aumentam o peso;
-Banhos muito quentes, secadores muito quentes;
-Frequência de banhos inadequada para o pet em questão
Dicas para evitar o ressecamento :
-A freqüência de banhos e tosas do seu pet modifica na estação fria.
Converse com o vet de seu pet para saber qual a indicação ideal para ele
- Agende o banho para dias mais ensolarados e não úmidos Embora frio, tenha cuidado com a temperatura da água. Nem muito quente , nem muito fria.
Lembre que cães toleram o frio um pouco mais que humanos; Secá-lo com toalhas macias e secador. Este em temperatura morna agradável mantendo-o longe do olhos e da pele do pet.
- Continue a rotina de passeios e exercícios. Prefira horários não tão frios para passear ;
- Continue com a rotina de higiene de panos, roupinha e camas de seu pet , com produtos adequados
- Pode usar roupinha, porém evite textura de lã, e não a deixe em seu pet por longos períodos .
Dica : Prefira tecidos hipoalergênicos e/ou edredons ,e texturas de fácil limpeza
Muitos cães gostam de dormir em “tocas”, caminhas tipo Iglu. Esse tipo de cama é interessante pois o pet fica bem abrigado , e não necessariamente há necessidade de muitos panos e roupinha.
Reserve a roupinha para horários extremamente frios, momentos em que seu pet se deparará com uma mudança repentina de temperatura ( ex, saída do banho e tosa, hora do passeio) ;
Mantenha a casa mais aquecida para não ter que usar muito a roupinha .
- Escove a pelagem com freqüência, pois devido as roupinhas, nós podem se formar no corpo do animal ;
-Evite contato direto e/ou muito aproximado com aquecedores, lareiras... Além de ressecar pode gerar queimaduras no seu pet
- Continue com as aplicações do Spray ou Loções hidratantes indicados pelo veterinário .
Muitas vezes estes são soluções aquosas, e daí não tão frequentemente aplicados pelo proprietário na estação fria, mas é extremamente importante a continuação das aplicações.
Dica: Aplique o hidratante num ambiente mais quentinho da casa
Use com abundância após o banho, com a pele ainda úmida.
O vaporzinho do banheiro auxiliará na penetração da solução hidratante no corpo do animal.
Dias em que não vai tomar banho, pode utilizá-la com auxílio de gaze
Poderá também obter a fórmula hidratante em apresentações diferentes , como cremes, géis ou lenços umedecidos. (converse com o veterinário)
Utilize o hidratante nas áreas de maior ressecamentos e dobras.
Faça uso da solução hidratante como um “Banho a Seco” de seu pet.
Como o intervalo de banhos é espassado, a solução pode servir para a higiene e hidratação de seu pet, sem necessitar que o molhe por completo
Dra. Andrea F. Nagelstein
P.S: fique a vontade de compartilhar e/ou usar em seus canais.
Mas seja gentil
coloque a fonte que retirou( pelepet.blogspot.com)
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
Pode tosar animais no verão?
( por Andrea F. Nagelstein)
Tosar ou não tosar no verão??
Há muito polêmica nesse assunto. Tenho lido diversos posts discutindo essa questão. Discussões “8 ou 80” . Deixar animais completamente pelados , ou não tosar nada. Discussões generalistas (generalizando todos os tipos de pelagem), confundindo as pessoas.
Nessa época de calor intenso é comum observar seus animais deitados no piso frio, ofegantes e com a língua toda para fora. E existe essa dúvida se a tosa alivia o calor de fato e/ou se pode prejudicar o animal. É certo que nessa época deve-se redobrar os cuidados em relação ao calor.
Em relação a pele e pelagem :
A pelagem atua como um isolante térmico e evita que o animal perca ou receba calor em excesso. Diferente dos humanos, cães e gatos não têm glândulas sudoríparas, que produzem suor para regular a temperatura corporal, sendo assim, a troca de calor deles é feita na respiração e nos coxins (almofadinhas das patas).
A pele é a barreira física entre o meio externo e o organismo evitando injúrias constantes(físicas, químicas e microbiológicas).Essa barreira é capaz de evitar a perda transepidérmica de água do meio interno, mantendo a hidratação do corpo. Outras funções incluem: regulação térmica, percepção sensorial, ação antimicrobiana(por peptídeos antimicrobianos),e indicador de doenças( externas e internas),...
Alguns cuidados básicos podem ser adotados no dia a dia para aumentar a sensação de conforto térmico do animal. Banhos e hidratações mais frequentes e remoção dos pelos mortos afim de arejar a pele são medidas que ajudam a manter a saúde e a beleza da pele e pelagem.
E a tosa? Sim ou não
Pelo que discutimos entre dermatológos nos últimos dias e através de estudos sobre essa questão, conclui-se que a indicação de TOSAR OU NÃO É BEM INDVIDUAL
O veterinário deve avaliar a necessidade real para cada animal levando em conta a raça, a origem dessa raça, ou mesmo as características dos SRD, ambiente em que vive e a que ele se expõe , se ele tem ou enfrenta algum problema de pele...
Na minha opinião, a tosa mais baixa não é necessária e pode sim causar injurias sobre a pele ,como por exemplo: exposição maior ao sol, falta de proteção da pele, e irritações mecânicas pela lâminas em peles mais sensíveis e/ou ressecadas. Animais de pelagem curta e animais de subpelos ou raças nórdicas é contra indicado ( alopecia pós tosa nestes é uma dermatopatia que pode ser desencadeada)
Mas para os de pelagem longa , que vivem em regiões que não são as de sua origem ( por exemplo, animais do frio em regiões tropicais) , há tosas e escovações que diminuem apenas o volume da pelagem e removem pelos mortos, sem prejudicar a proteção da pele, neste período de intenso calor. Pelo ao contrário, haverá beneficio no sentido de controle de ectoparasitas , e auxilio na penetração de produtos terapêuticos, como por exemplo , hidratantes para os alérgicos. Como foi falado em relação a “percepção sensorial” da pele , há nitidamente um conforto maior pelo animal com a pelagem um pouco mais baixa no período de calor. Por isso que muitos relatam a melhora do estado geral do animal quando realizada a tosa.
Então, nem ”8 nem 80”. Converse com seu veterinário para saber a real inidcação de manejo com a pelagem do seu animal nessa época
Outros cuidados
No verão também é importante oferecer, sempre, água fresca ao pet, evitar passeios em horários de calor intenso e não deixá-los sobre pisos muito quentes, uma vez que as patinhas podem queimar se o pet caminhar em calçadas e ruas superaquecidas pelo sol de verão.
Nunca expô-lo ao sol, e aplicar filtro solar diariamente!
Dra . Andrea F. Nagelstein
Médica dermatóloga de cães e gatos
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Mas seja gentil
coloque a fonte que retirou( pelepet.blogspot.com)
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Preparo para consulta com o Dermatologista Veterinário
DICAS VALIOSAS
PARA UMA BOA CONSULTA DERMATOLÓGICA:
- AGENDE A CONSULTA PARA UM MOMENTO
QUE
VOCÊ DISPONIBILIZA DE TEMPO. A CONSULTA É DEMORADA.;
- A PESSOA QUE LEVARÁ O PACIENTE
AO CONSULTÓRIO
DEVE SER AQUELA QUE SABE MAIS A RESPEITO DA HISTÓRIA CLÍNICA E
ROTINA DELE;
- NÃO BANHE E NEM APLIQUE NENHUM
PRODUTO NA PELE DO PACIENTE,
PELO MENOS 7 DIAS ANTES DA CONSULTA.
ISSO
OTIMIZARÁ A COLETA DE MATERIAL PARA EXAME
JÁ NO PRIMEIRO DIA DA CONSULTA;
- NÃO LEVE CRIANÇAS OU OUTRO ANIMAL
NA HORA DA CONSULTA DO PACIENTE
PARA NÃO GERAR NENHUM TIPO DE ANSIEDADE POR
ALGUMA DAS PARTES;
- SE POSSUIR , LEVE RECEITAS E
LAUDOS DE EXAMES ANTERIORES
Dra. Andrea F. Nagelstein
Médica Veterinária dermatóloga de cães e gatos
Fone : 51 9 9811 1689
domingo, 22 de maio de 2016
Exames dermatológicos realizados no Serviço PELE PET
Raspado de pele
Lampada de Wood
Cultivo fúngico
Microsporum canis
Biopsias Incisionais e Excisionais para exames Dermatohistopatológico
Video Otoscopia
Microscopia: exames diretos, Tricograma , citologia do cerúmen otológico e citologia de pele

Tricograma : presença de ectoparasitas. Também possibilita observação da estrutura do pelo e doenças genéticas do pelo
Citologia da pele
Citologia de cerúmen / Citologia de pele
Testes de Alergias: Testes Cutâneos e Sorológicos para a confecção de Vacinas dessensibilizantes( Imunoterapia)
Nas imagens acima : Teste Prick (teste cutâneo de puntura)
Outros exames : Cultura bacteriana e antibiograma
Exames sanguíneos gerais
Dosagens hormonais
quarta-feira, 2 de março de 2016
HIDRATAÇÃO É TUDO!!
UM EXCELENTE COMPOSTO É AQUELE QUE CONSEGUE UNIR NUMA MESMA FORMULAÇÃO COMPONENTES hidratantes+ umectantes + emolientes
Entendendo a pele e os princípios para beneficio da pele ressecada
Entendendo a pele e os princípios para beneficio da pele ressecada
A quantidade de água na pele é
reduzida naturalmente com o aumento da idade e em pacientes atópicos, nos quais a quantidade de NMF ( FATORES DE HIDRATAÇÃO NATURAL) produzida são deficientes, fazendo com que a pele se torne mais seca e menos hidratada. Outros
fatores como exposição ao sol e uso de detergentes ou solventes de alguns shampoos também levam a pele predisposta a ressecar mais.
De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), uma substância
emoliente amacia e suaviza a pele, a hidratante é aquela que aumenta o teor de
água da pele e ajuda a mantê-la macia e a umectante mantém e retém a umidade.
Entenda melhor as diferenças:
Emolientes
São substâncias como óleos ou
lipídios, que têm finalidade de suavizar, amaciar ou tornar a pele mais
flexível. Os emolientes diminuem a perda transepidermal de água e mantêm o
nível adequado de umidade no estrato córneo, permitindo flexibilidade cutânea.
A presença de umidade no interior das
células córneas mantém a maciez e a elasticidade da pele jovem e sadia. O
envelhecimento e as agressões ambientais colaboram na redução da capacidade de
retenção de água da pele, tornando-a seca e rugosa. Em geral, os cremes possuem
pelo menos um emoliente em sua composição. São dados pelos óleos vegetais,
ácidos graxos (ômega 6 e 3) e lipídios não gordurosos que espalham facilmente
na pele, conferindo-a uma textura de maciez e flexibilidade.
Umectantes
São substâncias que contêm água em
sua formulação e, quando aplicadas na pele, criam uma camada protetora, que
protege a pele de perder água para a atmosfera, mantendo-a umedecida.
Essas substâncias não permeiam no estrato córneo, elas formam um filme
hidrofílico sobre a pele, retendo água na superfície da camada córnea.
Hidrolisados de proteína animal ou vegetal são usados como umectantes nos
cremes.
Dentre eles destacam-se também a
glicerina, D-pantenol, ácido hialurônico, óleos e extratos vegetais. Os óleos vegetais são os melhores agentes umectantes, pois eles repõem o filme
hidrofílico da pele mantendo a água na superfície da camada, deixando-a
hidratada. O ácido hialurônico é uma substância encontrada na pele e atua
preenchendo os espaços entre as células, deixando a pele com um aspecto liso e
bem hidratado. A concentração desse ácido diminui conforme a idade, sendo um
dos motivos de aparecimento de rugas e de ressecamento. A adição desse composto
nos cremes ajuda tanto na hidratação, já que ele retém água na pele - um grama
de ácido consegue reter três gramas de água - quanto a suavizar rugas e marcas
de envelhecimento.
Hidratantes
Diferentemente dos umectantes e
emolientes, os agentes hidratantes conseguem permear na camada córnea,
ligando-se às moléculas de água, retendo-as em toda sua extensão não somente
superficialmente. Uma das substâncias hidratantes mais utilizadas na cosmética
é a ureia. Presente no NMF, ela tem alta capacidade de se ligar à água ao longo
da camada córnea, proporcionando a hidratação da pele.
A queratina (composta na camada
córnea) liga-se mais à água na presença de ureia, deixando a pele mais
hidratada. Esse fato torna a ureia um verdadeiro hidratante e não um umectante
que ligaria a água apenas na superfície da pele. O NMF também é composto de
aminoácidos como a arginina, que tem grande afinidade com moléculas de água.
Quando associada à ureia, o efeito de ligação é potencializado aumentando o
conteúdo de água na camada córnea, proporcionando assim um grande efeito de
hidratação. No entanto, a Anvisa estabelece uma concentração máxima de 3% de ureia nos produtos com finalidade cosmética (acima disso pode
causar irritação)
terça-feira, 14 de abril de 2015
PELE PET: Ômegas 6 e 3
PELE PET: Ômegas 6 e 3
Muitos estudos recentes tem mostrado que tantos os ácidos graxos ômega -6 (ácido Linoleico) quanto os ômegas - 3 (ácidos Linolenicos) são essenciais.
Alimentos ricos em ômega 3:
São consumidos como:
EPA( ácido Eicosapentanóico) e DHA( ácido docosahexanóico)
Fonte animal: peixes gordos (atum, anchova, carpa, arenque, salmão e sardinha), sementes e óleo de canola,
LNA (ácido alfa-linolenico)
Fonte vegetal: sementes e óleo de linhaça, nozes, etc.
Os cães não possuem enzimas para sintetizar os Ômegas-3.
Por esse motivo dependem da suplementação adequada para atender suas necessidades, e estar em boa relação com os Ômegas-6 para que se tenham benefícios nessa ingestão
Alimentos ricos em ômega 6:
São consumidos na forma de ácido linoléico (LA)
Fonte: óleos vegetais (milho e canola), soja, girassol, sementes e oleaginosas
(nozes, castanhas), nas carnes vermelhas e laticínios etc.
A alimentação dos animais com alimento industrializado tem alta concentração de Ômegas-6 pois grande parte da fonte protéica provém de frango, bovino, e vísceras.
Hoje os Ômegas-3 atuam positivamente no câncer, na inflamação, nas articulações, no sistema vascular e circulatório (para animais idosos, por exemplo) ,no sistema renal, na gestação, e no sistema tegumentar( pele e pelos) .
Existem muitos produtos a base de ômegas no mercado pet, mas é muito importante pedir orientação ao Médico veterinário que avaliará qual o mellhor produto para seu pet, qual a fonte de ômega utilizará. A opção dependerá de fatores clínicos individuais de seu animal
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